DH 10
[Crês em Deus Pai onipotente?] Crês em Jesus Cristo, Filho de Deus, que nasceu do Espírito Santo, <do seio> da Virgem Maria, et e foi crucificado sob Pôncio Pilatos, e morreu, e foi sepultado, e ao terceiro dia ressuscitou vivo dos mortos, e subiu aos céus, e está sentado à direita do Pai, e virá para julgar os vivos e os mortos? et Crês no Espírito Santo e a santa Igreja e a ressurreição da carne? num livro litúrgico monástico do início do séc. IX, escrito em das formas mais antigas do tipo “R”. para livrar-se da acusação de heresia, apelou ao Papa por volta deste mesmo Papa. heresia 72, 3, 1: ed. K. Holl (GChSch) 3, 258 / F. Oehler Die Fragmente Marcellus (GChSch: Eusebius 4 [Leipzig 1906], – O vocábulo (“Pai”) parece ter sido omitido por inadacrescida por consonância com a versão oriental (cf. *40-55).
[Credis in Deum Patrem omnipotentem?] Credis in Christum Iesum, Filium Dei, qui natus est de Spiritu Sancto ex Maria virgine, et crucifixus sub Pontio Pilato et mortuus est sepultus, et resurrexit die tertia vivus a mortuis, et ascendit in caelis et sedit ad dexteram Patris, venturus iudicare vivos et mortuos? Credis in Spiritu Sancto, et sanctam Ecclesiam carnis resurrectionem? R o m a , séc. III (“forma romana antiga” = “R”): 11: Saltério do rei Etelstano Símbolo da fé incluído como conclusão do saltério grego com caracteres anglo-saxões. O Símbolo faz parte Ed.: Hn § 18 / Ltzm 10 / CaUQ 3, 5. Te x t o d e c o m p a r a ç ã o [divergências entre colchetes]: Marcelo, bispo de Ancira (Galácia/Ásia Menor), de 340. Na sua carta a Júlio I inseriu o Símbolo batismal Ed.: Apud Epifânio de Salamina, Contra haereses panaria, 2/I (Berlin 1861) 52 / PG 42, 385D / E. Klostermann, apêndice) 215 19-24 (fragm. 129) / Kelly 106 / Hn § 17. vertência e a expressão (“vida eterna”),