Denzinger · DH 1556
DH 1556
Cân. 6. Se alguém disser que não está em poder do homem tornar maus os próprios caminhos, mas que é Deus que opera o mal como o bem, não somente permitindo-o mas também querendo-o com vontade formal e direta, de modo que tanto a traição de Judas como a vocação de Paulo propriamente podem ser consideradas obra sua <de Deus>: seja anátema.
Latim
Can. 6. Si quis dixerit, non esse in potestate hominis vias suas malas facere, sed mala opera ita ut bona Deum operari, non permissive solum, sed etiam proprie et per se, adeo ut sit proprium eius opus non minus proditio Iudae quam vocatio Pauli: anathema sit.