Denzinger · DH 1573

DH 1573

Cân. 23. Se alguém disser que o homem, uma vez justificado, não pode mais pecar 1 , nem perder a graça, e que, conseqüentemente, quem cai e peca nunca foi verdadeiramente justificado; ou, ao contrário, que o homem pode por toda a vida evitar todo pecado, mesmo venial, sem que seja por especial privilégio de Deus, como a Igreja crê a respeito da bemaventurada Virgem: seja anátema [cf. *1537 1549].

Latim

Can. 23. Si quis hominem semel iustificatum dixerit amplius peccare non posse 1 , neque gratiam amittere, atque ideo eum, qui labitur et peccat, numquam vere fuisse iustificatum; aut contra, posse in tota vita peccata omnia etiam venialia vitare, nisi ex speciali Dei privilegio, quemadmodum de beata Virgine tenet Ecclesia: anathema sit [cf. *1537 1549].

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