Denzinger · DH 2185

DH 2185

5. Para que a doutrina da oração contemplativa com a qual as almas dos fiéis são elevadas à máxima união com Deus, eliminados os erros, permaneça íntegra e pura, guardem-se bem sobretudo os contemplativos de afirmar e de sustentar que a presença de Deus só é, em todo lugar, o objeto da contemplação ou da oração que chamam <oração> de quietude; porque todos os objetos da meditação podem, também se de modo diferente, ser objetos da contemplação; e, igualmente, guardem-se de afirmar que jamais aqueles que se exercitam na meditação podem subir a algum grau de perfeição, se não passarem pela oração contemplativa.

Latim

5. Ut autem doctrina de oratione contemplativa, qua fidelium animae ad summam cum Deo unionem elevantur, purgatis erroribus, integra et illibata permaneat, caveant inprimis contemplativi asserere aut tenere, solius Dei praesentiam in omni loco esse obiectum contemplationis seu orationis quam quietis vocant: cum omnia meditationis obiecta possint, licet diverso modo, esse obiecta contemplationis; neque pariter audeant asserere, eos numquam qui meditatione se exercent, ad aliquem perfectionis gradum ascendere posse, nisi ad contemplationis orationem transierint.

Abrir no Denzinger completo →