DH 2340
Pergunta: Entre apóstatas da fé, anteriormente validamente batizados, um matrimônio concluído publicamente, depois da apostasia, segundo o costume dos pagãos ou dos maometanos, é verdadeiramente matrimônio e sacramento? 526 Resposta: Se existir o pacto de dissolubilidade, não é matrimônio e nem sacramento; se ao invés, isto não existe, é matrimônio e sacramento. 12 mar. 1699 Jeanne-Marie Bouvier de la Motte-Guyon (“Madame Guyon”, Saint-Sulpice em Issy. Nos encontros (jul. 1694 – mar. 1695) contemplação e do puro amor. Jacques Bénigne Bossuet, bispo os artigos na sua Instruction sur les états d’oraison (1697). ligado por amizade a Madame Guyon, defendia o quietismo des Saints sur la vie intérieure (Paris, fev. 1697), ele ago. 1697 por parte de alguns bispos reforçou a posição con- XII. Em um seu próprio edito, o Mandement de 9 abr. à decisão do Papa. modo geral. A censura dos consultores romanos relativa a cada segundo N. Terzago, l. c. infra, 166ss. historico-mystica (Veneza 1764) 26b-27a / BullTau 20, 870b-
Qu.: An matrimonium inter apostatas a fide, et antea rite baptizatos, post apostasiam, publice more gentilium vel Mahumetanorum initum, sit vere matrimonium et sacramentum. Resp.: Si adsit pactum dissolubilitatis, non esse matrimonium neque sacramentum; si vero non adsit, esse matrimonium et sacramentum. 2351-2374: Breve “Cum alias ad apostolatus”, Por causa da difusão do quietismo incentivado por 1648-1717), alguns prelados se reuniram no seminário de foram elaborados 34 artigos sobre a doutrina católica da de Meaux, um dos participantes, publicou e comentou François de Salignac Fénelon, arcebispo de Cambrai, moderado. Com a publicação da sua Explication des Maximes antecipou o livro do bispo de Meaux. A declaração de 6 tra Fénelon. A disputa foi concluída com o breve de Inocêncio 1699, Fénelon comunicou aos seus diocesanos que se submetia No breve, a censura das proposições acontece só em uma das proposições é trazida, no *2374 [entre colchetes], Ed.: DuPlA 3/II, 402-406 / N. Terzago, Theologia