DH 2357
7. O abandono outra coisa não é senão a abnegação e a renúncia a si mesmo, que Cristo, no Evangelho, requer de nós, depois de termos deixado todas as coisas exteriores. Esta abnegação de nós mesmos não se refere a outra coisa senão ao interesse próprio. … As provas supremas nas quais esta abnegação ou abandono de si mesmo se deve exercitar são as tentações, com as quais o Deus zeloso quer purificar o amor, não lhe deixando nenhum refúgio e nenhuma esperança no que diz respeito ao interesse próprio, inclusive o eterno 1 .
7. Derelictio non est nisi abnegatio seu sui ipsius renuntiatio, quam Iesus Christus a nobis in Evangelio requirit, postquam externa omnia reliquerimus. Ista nostri ipsorum abnegatio non est nisi quoad interesse proprium. … Extremae probationes, in quibus haec abnegatio seu sui ipsius derelictio exerceri debet, sunt tentationes, quibus Deus aemulator vult purgare amorem, nullum ei ostendendo perfugium neque ullam spem quoad suum interesse proprium, etiam aeternum 1 .