Denzinger · DH 2366
DH 2366
16. Existe um estado de contemplação de tal modo sublime e perfeito que se torna habitual a tal ponto que, toda vez que a alma reza, a sua oração é contemplativa e não discursiva. Então não há mais necessidade de retornar à meditação e aos seus atos metódicos 1 .
Latim
16. Datur status contemplationis adeo sublimis adeoque perfectae, ut fiat habitualis: ita ut, quoties anima actu orat, sua oratio sit contemplativa, non discursiva. Tunc non amplius indiget redire ad meditationem eiusque actus methodicos 1 .