DH 321
(Quest. 14) O propósito de um monge, se assumido de própria decisão e vontade, não pode ser abandonado sem pecado. Na verdade, se alguém dedicou algo a Deus deve também cumpri-lo [Dt 23,21; Sl 50,14]. Por isso, quem, abandonada a profissão de viver na solidão, se entrega à vida militar ou se casa deve ser purificado com aplicação de uma penitência pública: pois, mesmo que a vida militar possa ser sem culpa e o matrimônio, honesto, é transgressão ter abandonado a escolha do melhor.
(Inquisitio 14) Propositum monachi proprio arbitrio aut voluntate susceptum deseri non potest absque peccato. Quod enim quis vovit Deo, debet et reddere [Dt 23,21; Ps 49,14]. Unde qui relicta singularitatis professione ad militiam vel ad nuptias devolutus est, publicae paenitentiae satisfactione purgandus est: quia etsi innocens militia et honestum potest esse coniugium, electionem meliorum deseruisse transgressio est.