Denzinger · DH 3630

DH 3630

Pergunta 3: Será que, considerada a locução grega ponderada também a exposição 775 dos Padres, antes de tudo de S. João Crisóstomo, versadíssimo tanto em sua língua pátria quanto nas cartas de Paulo, é lícito rechaçar como rebuscada e desprovida de fundamento sólido a interpretação, tradicional nas escolas católicas (mantida também pelos inovadoras do século XVI), que explica as palavras de S. Paulo no cap. 4 da 1ª Epístola aos Tessalonicenses, vv. 15-17, sem implicar de maneira alguma a afirmação de uma Parusia tão próxima que o Apóstolo se conte a si mesmo e seus leitores entre os fiéis que sairão, sobreviventes, ao encontro de Cristo? Resp.: Não. do S. Ofício de 29 mar. 1916 e publicado em 08/04. Rejeita

Latim

Qu. 3: Utrum attenta locutione graeca perpensa quoque expositione Patrum, imprimis sancti Iohannis Chrysostomi, tum in patrio idiomate, tum in epistolis Paulinis versatissimi, liceat tamquam longius petitam et solido fundamento destitutam reicere interpretationem in scholis catholicis traditionalem (ab ipsis quoque novatoribus saeculi XVI retentam), quae verba sancti Pauli in cap. IV epist. 1 ad Thessalonicenses, vv. 15-17, explicat, quin ullo modo involvat affirmationem Parousiae tam proximae, ut Apostolus seipsum suosque lectores adnumeret fidelibus illis, qui superstites ituri sunt obviam Christo? Resp.: Negative. 3632: Decreto do S. Ofício, 29 mar. (8 abr.) 1916 Decreto decidido em 15 jan. 1913, retomado na sessão

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