Denzinger · DH 3666

DH 3666

É dizer, desejamos que entre os amadores de santo Tomás – como deveriam ser todos os filhos da Igreja que se dedicam aos melhores estudos – exista, dentro da justa liberdade, aquela honesta emulação da qual procede o progresso dos estudos; não, porém, qualquer detração, que não favorece à verdade e só serve para romper os laços da caridade. Seja, pois, coisa santa para cada um o que se ordena no Código do Direito Canônico [cân. 1366, § 2], a saber, que “os professores tratem absolutamente os estudos da filosofia racional e da teologia e a instrução dos alunos nestas disciplinas segundo o método, doutrina e princípios do Doutor Angélico e os sustentem religiosamente”; e atenham-se todos de tal modo a esta norma, que possam verdadeiramente chamá-lo seu mestre.

Latim

Scilicet inter amatores sancti Thomae, quales omnes decet esse Ecclesiae filios, qui in studiis optimis versantur, honestam illam quidem cupimus iusta in libertate aemulationem, unde studia progrediuntur, intercedere, at obtrectationem nullam, quae nec veritati suffragatur et unice ad dissolvenda valet [324] vincula caritatis. Sanctumigitur unicuique eorum esto, quod in Codice iuris canonici praecipitur [can. 1366 § 2], ut “philosophiae rationalis ac theologiae studia et alumnorum in his disciplinis institutionem professores omnino pertractent ad Angelici Doctoris rationem, doctrinam et principia, eaque sancte teneant”; atque ad hanc normam ita se omnes gerant, ut eum ipsi suum vere possint appellare magistrum.

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