DH 3751
Pergunta 2: É lícito afirmar que as palavras de Jesus Cristo que se lêem em S. Mateus 16,26: “De que serve ao homem lucrar o mundo inteiro se sua alma sofre dano?”, e de modo semelhante o que esta em S. Lucas 9,35: “Que aproveita ao o homem se lucra o mundo inteiro, porém se perde a si mesmo e causa dano a si mesmo?”, não se referem em seu sentido literal à salvação eterna da alma, mas só à vida temporal do ser humano, não obstante o teor das próprias palavras e de seu contexto, bem como a unânime interpretação católica? Resp.: Não. 813 20 dez. 1935 sacerdotal
Qu. 2: Utrum asserere liceat verba Iesu Christi, quae leguntur apud S. Matthaeum 16,26: “Quid prodest homini, si mundum universum lucretur, animae vero suae detrimentum patiatur? Aut quam dabit homo commutationem pro anima sua?”, et pariter ea, quae habentur apud S. Lucam 9,25: “Quid enim proficit homo, si lucretur universum mundum, se autem ipsum perdat et detrimentum sui faciat?”, sensu litterali non respicere aeternam salutem animae, sed solum vitam temporalem hominis, non obstantibus ipsorum verborum tenore eorumque contextu, necnon unanimi interpretatione catholica? Resp.: Negative. 3755-3758: Encíclica “Ad catholici sacerdotii”, Ed.: AAS 28 (1936) 10-19. Os efeitos da ordenação