DH 3905
Embora nada impeça que a humanidade de Cristo seja mais profundamente estudada – também com método e procedimento psicológicos – não falta quem, nessas investigações tão difíceis e sutis, abandone mais do que convém as normas antigas e construa novas teorias, usando indevidamente, para as sustentar, da autoridade do Concílio de Calcedônia. Eles tanto põem em primeiro plano a natureza humana de Cristo que ela parece pensada como sujeito autônomo, como se não subsistisse na pessoa do Verbo. Ora, o Concílio de Calcedônia, plenamente de acordo com o de Éfeso, afirma com toda a clareza que ambas as naturezas do nosso Redentor concorrem “em uma só pessoa e subsistência” e proíbe pôr em Cristo dois indivíduos, como se se colocasse junto ao Verbo quase um “homem assumido”, dispondo de inteira autonomia. 866 evitando o orgasmo
Quamvis nihil prohibeat quominus humanitas Christi, etiam psychologica via ac ratione, altius investigetur, tamen in arduis huius generis studiis non desunt qui plus aequo vetera linquant, ut nova astruant et auctoritate ac definitione Chalcedonensis Concilii perperam utantur, ut a se elucubrata suffulciant. Hi humanae Christi naturae statum et condicionem ita provehunt ut eadem reputari videatur subiectum quoddam sui iuris, quasi in ipsius Verbi persona non subsistat. At Chalcedonense Concilium, Ephesino prorsus congruens, lucide asserit utramque Redemptoris nostri naturam “in unam personam atque subsistentiam” convenire vetatque duo in Christo poni individua, ita ut aliquis “homo assumptus”, integrae autonomiae compos, penes Verbum collocetur. 3907: Monitum do S. Ofício, 30 jun. 1952 Ed.: AAS 44 (1952) 546. Relações sexuais