DH 4489
15. … “A violência não é nem cristã nem evangélica” 1 . O cristão é pacífico e não se envergonha disso. Não é simplesmente pacifista, pois é capaz de lutar 2 . Mas prefere a paz à guerra. Sabe que “as mudanças bruscas e violentas das estruturas seriam falhas, ineficazes em si próprias, e certamente em desacordo com a dignidade do povo, a qual exige que as transformações necessárias se realizem a partir de dentro, isto é, mediante uma conveniente tomada de consciência, uma adequada preparação e efetiva participação de todos – que a falta de instrução e as condições de vida, por vezes infra-humanas, impedem hoje que seja assegurada” 3 .
15. … “La violencia no es ni cristiana ni evangélica” 1 . El cristiano es pacífico y no se ruboriza de ello. No es simplemente pacifista, porque es capaz de combatir 2 . Pero prefiere la paz a la guerra. Sabe que “los cambios bruscos o violentos de las estructuras serían falaces, ineficaces en sí mismos y no conformes ciertamente a la dignidad del pueblo, la cual reclama que las transformaciones necesarias se realicen desde dentro, es decir, mediante una conveniente toma de conciencia, una adecuada preparación y esa efectiva participación de todos, que la ignorancia y las condiciones de vida, a veces infrahumanas, impiden hoy que sea asegurada” 3 . V. Juventude