Denzinger · DH 4884

DH 4884

34. A dissensão se defende geralmente em base de diversos argumentos, dos quais dois repousam em fundamento mais profundo. O primeiro é de ordem hermenêutica: os documentos do Magistério não seriam outra coisa senão o reflexo de alguma teologia opinável. O segundo invoca o pluralismo teológico, levado às vezes a um relativismo que coloca em questão a integridade da fé: as intervenções magisteriais teriam a sua origem em meramente uma teologia entre muitas outras, mas nenhuma teologia particular poderia universalmente elevarse acima das outras. Em oposição e em concorrência com o magistério autêntico surge assim uma espécie de “magistério paralelo” dos teólogos 1 .

Latim

34. Dissensionis defensio generatim variis argumentis fulcitur, quorum duo suapte natura altius fundantur. Alterum est indolis hermeneuticae: documenta Magisterii nihil aliud esse, nisi quamdam theologiae opinabilis imaginem. Alterum vero ad pluralismum theologicum appellat, protractum quandoque usque ad relativismum, qui in discrimen adducit ipsam integritatem fidei: interventus Magisterii ortum suum ducere ex una tantum theologia inter alias multas, at nullam theologiam particularem ubique eminere posse super ceteras. Sic genus quoddam “magisterii paralleli” theologorum exoritur, quod magisterio authentico adversatur et aemulatur 1 . …

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