Denzinger · DH 1534

DH 1534

Também não se deve afirmar que é necessário que os verdadeiramente justificados estejam de modo absoluto e sem qualquer hesitação interiormente convencidos da própria justificação e que ninguém está absolvido dos pecados e justificado, a não ser que creia firmemente ter sido absolvido e justificado e que a absolvição e a justificação se realizam somente pela fé [cân. 14], como se o fato de não crer isso significasse duvidar das promessas de Deus e da eficácia da morte e da ressurreição de Cristo. Pois, como nenhum piedoso deve duvidar da misericórdia de Deus, dos méritos de Cristo, do valor e da eficácia dos sacramentos, assim cada um refletindo sobre si mesmo e sua própria fraqueza e desordem pode recear e temer quanto a seu estado de graça [cân. 13], já que ninguém pode, com uma certeza de fé à qual nenhum erro subjaz, saber se obteve a graça de Deus. Cap. 10. O aumento da justificação recebida

Latim

Sed neque illud asserendum est, oportere eos, qui vere iustificati sunt, absque ulla omnino dubitatione apud semetipsos statuere, se esse iustificatos, neminemque a peccatis absolvi ac iustificari, nisi eum, qui certo credat, se absolutum et iustificatum esse, atque hac sola fide absolutionem et iustificationem perfici [can. 14], quasi qui hoc non credit, de Dei promissis deque mortis et resurrectionis Christi efficacia dubitet. Nam sicut nemo pius de Dei misericordia, de Christi merito deque sacramentorum virtute et efficacia dubitare debet: sic quilibet, dum seipsum suamque propriam infirmitatem et indispositionem respicit, de sua gratia formidare et timere potest [can. 13], cum nullus scire valeat certitudine fidei, cui non potest subesse falsum, se gratiam Dei esse consecutum. Cap. 10. De acceptae iustificationis incremento

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