Denzinger · DH 1681

DH 1681

s Daí segue ainda que se deve também e x p l i c a r n a c o n f i s s ã o aquelas c i r c u n s t â n c i a s que mudam a espécie do pecado [cân. 7], porque sem elas os pecados não são cabalmente apresentados pelo penitente, nem suficientemente conhecidos aos juízes para fazerem uma apreciação justa sobre a gravidade dos pecados e para impor ao penitente uma pena proporcionada. Por isso é alheio à razão ensinar que estas circunstâncias foram inventadas por homens ociosos ou que basta confessar uma só circunstância, a saber, que se pecou contra o irmão 1 .

Latim

Colligitur praeterea, etiam eas c i r c u m s t a n t i a i n c o n f e s s i o n e e x p l i c a n d a s esse, quae speciem peccati mutant [can. 7], quod sine illis peccata ipsa nec a paenitentibus integre exponantur, nec iudicibus inno-tescant, et fieri nequeat, ut de gravitate criminum recte censere possint et poenam, quam oportet, pro illis paenitentibus imponere. Unde alienum a ratione est docere, circumstantias has ab hominibus otiosis excogitatas fuisse, aut unam tantum circumstantiam confitendam esse, nempe peccasse in fratrem 1 .

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