Denzinger · DH 2624

DH 2624

24. Na medida em que entre a concupiscência dominante e a caridade dominante não se interpõem afetos médios, dispostos pela própria natureza e louváveis por sua própria natureza 1 , os quais juntos com o amor da felicidade e a natural propensão ao bem “ficaram como traços periféricos e resíduos da imagem de Deus” 2 ; assim, como se “entre o amor divino que nos conduz ao reino e o amor humano ilícito que é condenado” não existisse “um amor humano lícito que não é proibido” 3 : falsa e condenada em outras ocasiões [*1938 2307]. O amor servil

Latim

24. Qua vero parte inter dominantem cupiditatem et caritatem dominantem nulli ponuntur affectus medii, a natura ipsa insiti suapteque natura laudabiles 1 qui una cum amore beatitudinis naturalique propensione ad bonum “remanserunt velut extrema lineamenta et reliquiae imaginis Dei” 2 ; perinde ac si “inter dilectionem divinam, quae nos perducit ad regnum, et dilectionem humanam illicitam, quae damnatur”, non daretur “dilectio humana licita, quae non reprehenditur” 3 : falsa, alias damnata [*1938 2307]. De timore servili

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