Denzinger · DH 2628

DH 2628

28. A proposição do Sínodo que, depois de ter estabelecido: “a participação na vítima é parte essencial para o sacrifício”, acrescenta: “todavia não se condenam como ilícitas aquelas missas nas quais aqueles que assistem não comungam sacramentalmente, pelo fato de que eles, ainda que de modo menos perfeito, participam da mesma vítima recebendo-a espiritualmente” 1 ; na medida em que insinua que à essência do sacrifício falta alguma coisa naquele sacrifício que é celebrado quando ninguém assiste ou quando aqueles que assistem não participam nem sacramentalmente nem espiritualmente na vítima; e que quase se deveriam condenar como ilícitas aquelas missas nas quais, comungando só o sacerdote, não está presente ninguém que comungue sacramentalmente ou espiritualmente: falsa, errônea, suspeita de heresia e tendo dela o sabor. A eficácia do rito de consagração

Latim

28. Propositio Synodi, qua, postquam statuit, “victimae participationem esse partem sacrificio essentialem”, subiungit “non tamen se damnare ut illicitas Missas illas, in quibus adstantes sacramentaliter non communicant; ideo quia isti participant, licet minus perfecte, de ipsa victima, spiritu illam recipiendo” 1 ; quatenus insinuat, ad sacrificii essentiam deesse aliquod in eo sacrificio, quod peragatur sive nullo adstante, sive adstantibus, qui nec sacramentaliter nec spiritualiter de victima participant; et quasi damnandae essent ut illicitae Missae illae, in quibus, solo sacerdote communicante, nemo adsit, qui sive sacramentaliter sive spiritualiter communicet: falsa, erronea, de haeresi suspecta eamque sapiens. De ritus consecrationis efficacia

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