Denzinger · DH 2880

DH 2880

Mas, dado que se trata daquela submissão com a qual em consciência são vinculados todos os católicos que se dedicam às ciências de tipo especulativo, para que proporcionem com seus escritos novos benefícios à Igreja, por este motivo os homens daquela assembléia devem reconhecer que para os estudiosos católicos não é suficiente que acolham e honrem os referidos dogmas da Igreja, mas é também necessário que se submetam quer às decisões de doutrina emanadas pelas Congregações Pontifícias, quer aos capítulos de doutrina que, por comum e constante consenso dos católicos, são tidos como verdades teológicas e conclusões de tal modo certas que as opiniões contrárias a esses pontos de doutrina, também se não podem ser chamadas heréticas, merecem todavia alguma censura teológica. Inglaterra, 16 set. 1864 ramos) e proíbe aos católicos entrar na “Association for the para a promoção da reunificação do cristianismo”), que susde outro decreto, ibid. p. 309); ASS 2 (1870 2 ; 1977 5 ) 658s / da Igreja

Latim

Sed cum agatur de illa subiectione, qua ex conscientia ii omnes catholici obstringuntur, qui in contemplatrices scientias incumbunt, ut novas suis scriptis Ecclesiae afferant utilitates, idcirco eiusdem conventus viri recognoscere debent, sapientibus catholicis haud satis esse, ut praefata Ecclesiae dogmata recipiant ac venerentur, verum etiam opus esse, ut se subiciant tum decisionibus, quae ad doctrinam pertinentes a Pontificiis Congregationibus proferuntur, tum iis doctrinae capitibus, quae communi et constanti Catholicorum consensu retinentur ut theologicae veritates et conclusiones ita certae, ut opiniones eisdem doctrinae capitibus adversae, quamquam haereticae dici nequeant, tamen aliam theologicam mereantur censuram. 2885-2888: Carta do S. Ofício aos bispos da A carta se dirige contra a “branchtheory” (teoria dos promotion of the reunion of Christendom” (“Associação tentava esta teoria. Os bispos ingleses antes a tinham tolerado. Ed.: AAS 11 (1919) 310s (publicado por ocasião CollPF 2 1, 696s, n. 1262. A unicidade

Abrir no Denzinger completo →