DH 3112
[D o u t r i n a f a l s a :] O despacho circular afirma, a respeito das decisões do Concílio do Vaticano: “Por estas decisões o Papa está doravante em condição de arrogar-se em cada diocese os direitos episcopais e de substituir o poder papal ao dos bispos locais.” “A jurisdição episcopal é absorvida pela jurisdição papal.” “O Papa já não exerce, como no passado, certos direitos reservados que estão determinados, mas torna-se depositário da totalidade dos direitos episcopais.” “Ele se substituiu, em princípio, a cada bispo individualmente, e depende só dele, na prática e em qualquer momento, ocupar o lugar de qualquer bispo face aos governos.” “Os bispos são doravante apenas seus instrumentos, seus funcionários, sem responsabilidade própria;” “eles se tornaram, face aos governos, os funcionários de um soberano estrangeiro e, na verdade, de um soberano que, em virtude de sua infalibilidade, é um soberano perfeitamente absoluto, mais que qualquer monarca absoluto do mundo.” 662 Todas estas teses carecem de fundamento e estão definitivamente em contradição com o texto e com o sentido das declarações do Concílio do Vaticano repetidamente esclarecido pelo Papa, pelo episcopado e pelos representantes da ciência católica.
[Fa l s c h e L e h r e : ] Die Circulardepesche behauptet hinsichtlich der Beschlüsse des Vaticanischen Concils: “Durch diese Beschlüsse ist der Papst in die Lage gekommen, in jeder einzelnen Diöcese die bischöflichen Rechte in die Hand zu nehmen und die päpstliche Gewalt der landesbischöflichen zu substituieren.” “Die bischöfliche Jurisdiction ist in der päpstlichen aufgegangen.” “Der Papst übt nicht mehr, wie bisher, einzelne bestimmte Reservatrechte aus, sondern die ganze Fülle der bischöflichen Rechte ruht in seiner Hand.” “Er ist im Princip an die Stelle jedes einzelnen Bischofs getreten, und es hängt nur von ihm ab, sich auch in der Praxis in jedem einzelnen Augenblicke an die Stelle desselben gegenüber den Regierungen zu setzen.” “Die Bischöfe sind nur noch seine Werkzeuge, seine Beamten ohne eigene Verantwortlichkeit;” “sie sind den Regierungen gegenüber Beamte eines fremden Souveräns geworden, und zwar eines Souveräns, der vermöge seiner Unfehlbarkeit ein vollkommen absoluter ist, mehr als irgend ein absoluter Monarch der Welt.” Alle diese Sätze entbehren der Begründung und stehen mit dem Wortlaute wie mit dem richtigen, durch den Papst, den Episkopat und die Vertreter der katholischen Wissenschaft wiederholt erklärten Sinn der Beschlüsse des Vaticanischen Concils entschieden im Widerspruch.