Denzinger · DH 3116

DH 3116

Enfim, a opinião de que o Papa, “em virtude de sua infalibilidade, é um soberano perfeitamente absoluto” se apóia num entendimento absolutamente errôneo do dogma da infalibilidade papal. Como o enunciou com termos claros e distintos o Concílio do Vaticano e como resulta da própria natureza da coisa, ela se refere apenas a uma qualidade do supremo magistério do Papa: este se estende exatamente sobre o mesmo âmbito que o magistério infalível da Igreja e está ligado ao conteúdo da Sagrada Escritura e da Tradição, como também às decisões doutrinais anteriormente proferidas pelo magistério eclesiástico. No exercício do poder do Papa nada é por isso modificado. aos bispos da Alemanha, 4 mar. 1875

Latim

Die Ansicht endlich, als sei der Papst “vermöge seiner Unfehlbarkeit ein vollkommen absoluter Souverän”, beruht auf einem durchaus irrigen Begriff von dem Dogma der päpstlichen Unfehlbarkeit. Wie das Vaticanische Concil es mit klaren und deutlichen Worten ausgesprochen hat und die Natur der Sache von selbst ergibt, bezieht sich dieselbe lediglich auf eine Eigenschaft des höchsten päpstlichen Lehramts: dieses erstreckt sich genau auf dasselbe Gebiet wie das unfehlbare Lehramt der Kirche überhaupt und ist an den Inhalt der Hl. Schrift und der Überlieferung sowie an die bereits von dem kirchlichen Lehramt gegebenen Lehrentscheidungen gebunden. Hinsichtlich der Regierungshandlungen des Papstes ist dadurch nicht das Mindeste geändert worden. b) Carta apostólica “Mirabilis illa constância”,

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