DH 3115
Em virtude desta mesma instituição divina que fundamenta o papado existe também o episcopado, o qual também tem seus direitos e deveres em virtude da disposição estabelecida por Deus mesmo, que o Papa não tem o direito nem o poder de modificar. Portanto, absolutamente não entende as decisões vaticanas quem acredita que por causa delas “a jurisdição episcopal é absorvida pela jurisdição papal”, que o Papa “se substituiu, em princípio, a cada bispo individualmente”, que os bispos são “apenas seus instrumentos, seus funcionários, sem responsabilidade própria”. … No que concerne, especificamente, a esta [última] afirmação, … só a podemos recusar com toda determinação; realmente não é na Igreja católica que foi acolhido o princípio imoral e despótico segundo o qual a ordem do superior dissolve irrestritamente a responsabilidade pessoal.
Kraft derselben göttlichen Einsetzung, worauf das Papsttum beruht, besteht auch der Episkopat; auch er hat seine Rechte und Pflichten vermöge der von Gott selbst getroffenen Anordnung, welche zu ändern der Papst weder das Recht noch die Macht hat. Es ist also ein völliges Missverständnis der Vaticanischen Beschlüsse, wenn man glaubt, durch dieselben sei “die bischöfliche Jurisdiktion in der päpstlichen aufgegangen”, der Papst sei “im Princip an die Stelle jedes einzelnen Bischofs getreten”, die Bischöfe seien nur noch “Werkzeuge des Papstes, seine Beamten ohne eigene Verantwortlichkeit”. … Was insbesondere die [letztere] Behauptung betrifft, … so können wir dieselbe nur mit aller Entschiedenheit zurückweisen; es ist wahrlich nicht die katholische Kirche, in welcher der unsittliche und despotische Grundsatz, der Befehl des Obern entbinde unbedingt von der eigenen Verantwortlichkeit, Aufnahme gefunden hat.