Denzinger · DH 3491

DH 3491

Perguntamos, pois, que é feito da i n s p i r a ç ã o ? Respondem eles que esta não se distingue, a não ser talvez por uma certa veemência, da necessidade que o crente experimenta de manifestar oralmente ou por escrito a própria fé. Nota-se aqui certa semelhança . com a inspiração poética; e neste sentido alguém disse: “Deus está entre nós, e agitados por ele nós nos inflamamos” 1 . Deste modo é que Deus deve ser dito a origem da inspiração dos Livros sagrados.

Latim

Quaeremus, quid tum de i n s p i r a t i o n e ? Haec, respondent, ab impulsione illa, nisi forte vehementia, nequaquam secernitur, qua credens ad fidem suam verbo scriptove aperiendam adigitur. Simile quid habemus in poetica inspiratione; quare quidam aiebat: “Est Deus in nobis, agitante calescimus illo” 1 Hoc modo Deus initium dici debet inspirationis sacrorum Librorum.

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