Denzinger · DH 3490

DH 3490

[O s L i v ro s s a g r a d o s ] segundo a mente dos modernistas, bem se poderia defini-los como uma coleção de experiências, não por certo das que de 749 ordinário ocorrem a qualquer pessoa, mas das extraordinárias e das mais elevadas que se têm dado em alguma religião. … Embora a experiência pertença ao tempo presente, pode assim mesmo receber matéria do passado e do futuro, enquanto o crente pela lembrança revive o passado como se fosse o presente, ou já vive do futuro por antecipação. Isso explica como os livros históricos e apocalípticos podem ser computados entre os Livros sagrados. Assim pois, nestes Livros, Deus fala por meio do crente; mas, como diz a teologia modernista, só por imanência e permanência vital.

Latim

[S a c r o s L i b r o s ] ad modernistarum scita definire probe quis possit syllogen experientiarum non cuique passim advenientium, sed extraordinariarum atque insignium, quae in quapiam religione sunt habitae. … Quamvis experientia sit praesentis temporis, posse tamen illam de praeteritis aeque ac de futuris materiam sumere, prout videlicet [613], qui credit, vel exacta rursus per recordationem in modum praesentium vivit, vel futura per praeoccupationem. Id autem explicat, quomodo historici quoque et apocalyptici in Libris sacris censeri queant. Sic igitur in hisce Libris Deus quidem loquitur per credentem; sed, uti fert theologia modernistarum, per immanentiam solummodo et permanentiam vitalem.

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