Denzinger · DH 3885

DH 3885

… Tampouco se deve pensar que os ensinamentos das encíclicas não exijam, por si, assentimento, sob alegação de que os <Sumos> Pontífices não exercem nelas o supremo poder de seu magistério. Entretanto, tais ensinamentos abrangem do magistério ordinário, para o qual também vale: “Quem vos ouve, ouve a mim” [Lc 10,16]; e, na maioria das vezes, o que é proposto e inculcado nas encíclicas pertence já por outras razões ao patrimônio da doutrina católica. E, se os Sumos Pontífices em seus atos pronunciam expressamente uma sentença em matéria controvertida, é evidente que, segundo a intenção e vontade dos mesmos Pontífices, essa questão já não pode ser tida como objeto de livre discussão entre os teólogos. fontes da Revelação

Latim

[568] … Neque putandum est, ea quae in Encyclicis Litteris proponuntur, assensum per se non postulare, cum in iis Pontifices supremam sui Magisterii potestatem non exerceant. Magisterio enim ordinario haec docentur, de quo illud etiam valet: “Qui vos audit, me audit“ [Lc 10,16]; ac plerumque quae in Encyclicis Litteris proponuntur et inculcantur, iam aliunde ad doctrinam catholicam pertinent. Quodsi Summi Pontifices in actis suis de re hactenus controversa data opera sententiam ferunt, omnibus patet rem illam, secundum mentem ac voluntatem eorumdem Pontificum, quaestionem liberae inter theologos disceptationis iam haberi non posse. Uso e abuso das

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