DH 4411
Não é lícito, só para aduzirmos um exemplo, exaltar a missa chamada “comunitária” a ponto de negar a sua importância à missa privada; nem insistir tanto sobre o conceito de sinal sacramental, como se o simbolismo, que reconhecidamente existe na santíssima Eucaristia, exprimisse e esgotasse totalmente o modo da presença de Cristo neste sacramento; ou ainda discutir sobre o mistério da transubstanciação sem mencionar a admirável conversão de toda a substância do pão no corpo e de toda a substância do vinho no sangue de Cristo, <conversão> de que fala o Concílio de Trento [cf. *1642], de modo que existisse apenas a “transignificação” e “transfinalização”, conforme se exprimem. Nem é lícito, por fim, propor e levar à prática a opinião que afirma não estar presente o Cristo Senhor nas hóstias consagradas que sobram, depois da celebração do sacrifício da Missa. de Cristo na Eucaristia
Non enim fas est, ut exemplo rem confirmemus, Missam quam “communitariam” dicunt, ita extollere, ut Missis quae privatim celebrentur derogetur; aut rationi signi sacramentalis considerandae ita instare quasi symbolismus, qui nullo diffitente sanctissimae Eucharistiae certissime inest, totam exprimat et exhauriat rationem praesentiae Christi in hoc Sacramento; aut de transsubstantiationis mysterio disserere quin de mirabili conversione totius substantiae panis in corpus et totius substantiae vini in sanguinem Christi, de qua loquitur Concilium Tridentinum [cf. *1642], mentio fiat, ita ut in sola “transsignificatione” et “transfinalizatione”, ut aiunt, consistant; aut denique sententiam proponere et in usum deducere secundum quam in Hostiis consecratis, quae expleta celebratione sacrificii Missae supersunt, Christus Dominus praesens non amplius sit. A presença substancial