Denzinger · DH 45

DH 45

Aqueles, porém, que dizem que houve um tempo em que não existia o Filho ou o Espírito Santo, ou que vieram a ser do que não existia ou de outra hipóstase ou substância, afirmando ser mutável ou alterável o Filho de Deus ou o Espírito Santo, a eles anatematiza a Igreja católica e apostólica, Mãe vossa e nossa; e anatematizamos ainda aqueles que não confessam a ressurreição dos mortos, bem como todas as heresias, que não são desta reta fé. [pseudo?-]atanasiana do Símbolo foi pela tradição atribuída a Atanásio de Alexandria († 373), mas hoje, formas longas do Símbolo de Epifânio e do Símbolo armênio. Sobre há diversas opiniões. Uns afirmam que a Hermeneia deriva do a base do Símbolo armênio maior; outros, ao contrário, invertem a

Latim

pote, te 46-47: 4 4 4 – Hermeneia A Hermeneia, ou interpretação do Símbolo, geralmente, lhe é negada. É muito semelhante às a questão da dependência mútua dos três Símbolos Símbolo de Epifânio e, do séc. VII em diante, foi ordem da dependência (cf. *48°). Ed.: Hn § 127 / PG 26, 1232 / 2-4.

Abrir no Denzinger completo →