DH 4583
… 8. De nossos dias, em contradição com o ensino constante do Magistério e com o senso moral do povo cristão, há alguns que – baseando-se em observações de ordem psicológica – chegaram a julgar com indulgência e até mesmo a desculpar completamente as relações homossexuais entre determinadas pessoas. … … Segundo a ordem moral objetiva, as relações homossexuais são atos destituídos da sua ordenação essencial e indispensável. Elas são condenadas na Sagrada Escritura como graves depravações e apresentadas aí também como uma conseqüência triste de uma rejeição de Deus 1 . Este juízo exarado nas Divinas Escrituras não permite, porém, concluir que todos aqueles que sofrem de tal anomalia são por isso pessoalmente responsáveis; não obstante, atesta que os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados e não podem de modo algum ser aprovados. masturbação
[84] … 8. Nostra aetate, contra perpetuam Magisterii doctrinam ac moralem populi christiani sensum, aliqui – secuti indicia psychologicae naturae – coeperunt indulgenter iudicare, immo etiam prorsus excusare relationes homosexuales quarundam personarum. … [85] … Etenim, secundum obiectivum rerum ordinem moralem iunctiones homosexuales sunt actus, qui sua necessaria et essentiali ordinatione privantur. In Sacris Scripturis reprobantur uti graves depravationes, immo exhibentur tamquam funesta repudiationis Dei consecutio 1 . Haec quidem Divinarum Scripturam sententia non sinit, ut concludatur eos omnes, qui ista deformitate laborent, hac de causa iam in personali culpa esse; nihilominus testatur actus homosexualitatis suapte intrinseca natura esse inordinatos, neque unquam ullo modo approbari posse. Pastoral e