Denzinger · DH 4599

DH 4599

O ensino constante da Igreja, renovado e precisado pelo Concílio Vaticano II, lembrado pelo Sínodo dos bispos de 1971 e reiterado por esta Sagrada Congregação da Doutrina da Fé em sua declaração de 14 de junho de 1973, é de que o bispo ou o presbítero no exercício de seu respectivo ministério não age em seu próprio nome, mas representando Cristo que age por ele: “o sacerdote age realmente em nome de Cristo”, como já escreveu Cipriano 1 no século III. Poder representar Cristo mesmo é o que Paulo afirma ser o próprio do encargo apostólico [cf. 2Cor 5,20; Gl 4,14]. Esta representação do Cristo alcança seu significado mais elevado e um modo muito peculiar quando se celebra a assembléia eucarística, fonte e centro da Igreja, refeição sacrifical na qual o povo de Deus se une ao sacrifício de Cristo: o sacerdote, o qual, só, tem o poder de o realizar, não age somente pelo poder que lhe foi conferida, mas representando a pessoa de Cristo 2 do qual ele assume o lugar,

Latim

Constans Ecclesiae doctrina est, quam denuo fusiusque declaravit Concilium Vaticanum II, revocavit etiam Synodus Episcoporum anno 1971 habita, iteravit denique Sacra haec Congregatio pro Doctrina Fidei in sua die 24 Iunii anno 1973 data Declaratione, Episcopum vel Presbyterum, suo quemque munere fungentem, in persona propria non agere, sed Christum repraesentare, qui per eum agit: “sacerdos vice Christi vere fungitur”, ut scripsit iam saeculo III S. Cyprianus 1 . Christum ipsum repraesentare posse, hoc Paulus proprium esse affirmavit apostolici sui muneris [cf. 2 Cor 5,20; Gal 4,14]. Quae Christi repraesentatio tunc altissimam sui significationem ac peculiarem prorsus modum assequitur, cum eucharistica celebratur synaxis, fons et centrum Ecclesiae unitatis, convivium sacrificale, quo populus Dei sacrificio Christi coniungitur: sacerdos, qui solus potestatem habet id perficiendi, agit non tantum virtute, quae ei a Christo confertur, sed in persona Christi 2 , huius partes sustinens, ita

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