Denzinger · DH 4961

DH 4961

59. … A consciência formula assim a obrigação moral à luz da lei natural: é a obrigação de fazer aquilo que o homem, mediante o ato da sua consciência, conhece como um bem que lhe é imposto aqui e agora. A natureza universal da lei e da obrigação não é anulada, antes é confirmada, quando a razão determina as suas aplicações na realidade concreta. O juízo da consciência afirma “por último” a conformidade de um certo comportamento concreto com a lei; ele formula a norma próxima da moralidade de um ato voluntário, realizando “a aplicação da lei objetiva a um caso particular” 1 . …

Latim

[1180] 59. Ita conscientia, praelucente lege naturali, officium morale enuntiat: est officium faciendi, quod homo ex animi conscientia cognoscit ut bonum hic et nunc sibi assignatum. Universalis legis obligationisque natura non deletur, sed potius confirmatur cum ratio statuit applicationes ad casum definitum ac re praesentem. Iudicium conscientiae “ultimo” affirmat congruentiam cuiusdam certae ac finitae agendi rationis quoad legem; proximam concipit normam [1181] de moralitate actus voluntarii, qua ad effectum adducitur “legis obiectivae ad particularem casum applicatio” 1 . …

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