DH 4962
61. … Desta forma, no juízo prático da consciência, que impõe à pessoa a obrigação de cumprir um determinado ato, revela-se o vínculo da liberdade com a verdade. Precisamente por isso a consciência se exprime com atos de “juízo” que refletem a verdade do bem, e não com “decisões” arbitrárias. E a maturidade e responsabilidade daqueles juízos – e, em definitivo, do homem que é o seu sujeito – medem-se, não pela libertação, da consciência, da 1177 verdade objetiva em favor de uma suposta autonomia das próprias decisões, mas, ao contrário, por uma procura insistente da verdade e pela força dada à verdade para que ela dirija os próprios atos.
61. … Ita in practico conscientiae iudicio, quod personae praecipit ut actionem definitam patret, apparet vinculum libertatis cum veritate. Hac ipsa de causa conscientia exprimitur per “iudicii” actus, qui non “consilia” arbitraria, sed veritatem de bono ostendunt. Quorum iudiciorum maturitas ac responsalitas – et in summa ipsius hominis qui eorum est subiectum – non perpenduntur ex conscientiae liberatione a veritate obiectiva, pro [1182] coniecta quadam eius consiliorum autonomia, sed contra ex intenta veritatis investigatione, necnon ex potestate veritati facta gubernandi proprios actus. …