DH 619
Desta inefável Trindade, porém, só a pessoa do Verbo, isto é, o Filho, … desceu dos céus, de onde nunca se tinha afastado. Encarnou-se do Espírito Santo e tornou-se verdadeiro homem da sempre virgem Maria, permanecendo verdadeiro Deus. E o nascimento humano e temporal não se opôs ao nascimento divino e fora do tempo, mas na única pessoa de Cristo Jesus <está> o verdadeiro Filho de Deus e verdadeiro Filho do homem; não no sentido de que um é filho do homem, o outro Filho de Deus, mas o único e mesmo é Filho de Deus e do homem, em ambas as naturezas, isto é, a divina e a humana, verdadeiro Deus e verdadeiro homem; não Filho de Deus putativo, mas verdadeiro, não adotado, mas próprio, já que ao Pai nunca foi alheio por causa do homem que assumiu. Só ele, de fato, nasceu como homem, sem pecado, já que só ele se encarnou, homem novo, do Espírito Santo e da imaculada Virgem. <É> consubstancial a Deus Pai na sua, isto é, na divina <natureza>, consubstancial também à mãe, sem a mancha do pecado, na nossa, isto é, na humana natureza. E por isso o professamos, em ambas as naturezas, Filho próprio de Deus, não adotivo, já que, de maneira inconfusa e inseparável, o único e mesmo é, depois de assumido, o homem, Filho de Deus e do homem, <Filho> por natureza para o Pai segundo a divindade, por natureza para a mãe segundo a humanidade, porém, em ambos, <Filho> próprio do Pai… jun. 816 – 24 jan. 817 817 – 11 fev. 824 824 – ago. 827 ago. – set. 827 set. 827 – jan. 844 844 – 27 jan. 847 847 – 17 jul. 855 223 15-29 / MaC 14, 932E-933B / HaC 5, 27A-C. unção dos enfermos
De hac autem ineffabili Trinitate sola Verbi persona, id est Filius, … descendit de caelis, unde numquam recesserat. Incarnatus est de Spiritu Sancto et ex semper virgine Maria verus homo factus est, verusque permanet Deus. Nec obfuit humana et temporalis nativitas divinae illi et intemporali nativitati, sed in una Christi Iesu persona verus Dei verusque hominis Filius, non alter hominis Filius, alter Dei, sed unus idemque Dei hominisque Filius, in utraque natura, divina scilicet et humana, Deus verus et homo verus, non putativus Dei Filius, sed verus; non adoptivus, sed proprius, quia numquam fuit propter hominem quem adsumpsit a Patre alienus. Solus enim sine peccato natus est homo, quoniam solus est incarnatus de Spiritu Sancto et immaculata Virgine novus homo. Consubstantialis Deo Patri in sua, id est divina; consubstantialis etiam matri, sine sorde peccati, in nostra, id est humana natura. Et ideo in utraque natura proprium eum et non adoptivum Dei Filium confitemur, quia inconfusibiliter et inseparabiliter adsumpto homine unus idemque est Dei et hominis Filius. Naturaliter Patri secundum divinitatem, naturaliter matri secundum humanitatem; proprius tamen Patri in utroque … ESTÊVÃO IV (V): 22 PASCOAL I: 25 jan. EUGÊNIO II: fev./mar. VALENTIM: GREGÓRIO IV: SÉRGIO II: jan. LEÃO IV: 10 abr. 620: Sínodo de PÁVIA (Ticinense), ano 850 Ed.: W. Hartmann: MGH Leges IV, = Concilia 3 (1984) O sacramento da