DH 668
Há uma coisa por causa da qual devemos um tanto admoestar-vos de maneira paterna; se não a corrigis, incorreis em grave pecado e aumentareis com ela, não, como esperais, os vossos lucros, mas antes os vossos prejuízos. Por empenho dos gregos, assim aprendemos, muitos que tinham sido levados como prisioneiros pelos pagãos são vendidos na vossa região e, depois de adquiridos por vossos compatriotas, são guardados sob o jugo da escravidão, ao passo que consta ser bom e santo, como convém a cristãos, que, tendo-os comprado dos gregos, os vossos compatriotas, por amor de Cristo, lhes dêem a liberdade e recebam o preço correspondente, não dos homens, mas do próprio nosso Senhor Jesus Cristo. Por isto vos exortamos e ordenamos, com paterno amor, que, se deles tiverdes comprado prisioneiros, para a salvação das vossas almas lhes deis a liberdade. 882 – 15 mai. 884 mai. 884 – set. 885 242 set. 885 – 14 set. 891 Ludberto de Mainz (Mogúncia), 15,876 A), pode ter ocasionado esta consulta da parte de 25: MGH Epistulae VII (Berlin 1928) 347 21 -348 8 / Ph. Jaffé, 797B-D / MaC 18, 25D / Graciano, Decretum, p. II, cs. 2, q. por Alexandre III na condenação de provas com ferro em brasa de Uppsala, 10 set. 1171 ou 1172 (BullTau 2, 736ab / in: NArch 5 (1879) 406, n. 24; JR 3443; BoeW 1, 82, n. 64. do ordálio
Unum est, unde vos modicum paterno more debeamus monere; quod nisi emendaveritis, grande peccatum incurritis, et ob hoc, sicut speratis, non lucra, sed magis vobis dam[p]na augebitis. Igitur Graecorum studiis, sicut didicimus, multi a paganis captivi sublati in vestris partibus venundantur et a vestratibus empti sub iugo servitutis tenentur; cum constet pium et sanctum esse, veluti Christianos decet, ut, cum eos vestrates ab ipsis Graecis emerint, pro amore Christi liberos esse dimittant, et non ab hominibus, sed ab ipso Domino nostro Iesu Christo mercedem accipiant. Unde vos exhortamur et paterno amore praecipimus, ut, cum captivos aliquos ab ipsis redemeritis, pro salute animae vestrae liberos eos abire sinatis. MARIANO I: 16 dez. ADRIANO III: 17 ESTÊVÃO V (VI): 670: Carta “Consuluisti de infantibus” ao arcebispo entre 887 e 888 O cân. 35 do Sínodo de Worms, do ano 868 (MaC Ludberto (Liutberto) Ed.: E. Caspar: Fragmenta registri Stephani V, n. Monumenta Moguntina (cf. *580°) 335, n. 13 / PL 129, 5, c. 20 (Frdb 1, 462f). Esta carta é citada parcialmente e semelhantes, na carta “Constituti a Domino” ao arcebispo BullCocq 2, 412a / PL 200, 859A). – Reg.: P. Ewald, Reprovação