DH 695
Sobre as questões do teu padre Guillandus [Gissandus], acusado da morte do seu bispo, o teu predecessor, deliberamos publicamente. … Se faltarem acusadores dignos de fé, então, como manda a justiça, sem nenhuma controvérsia, o padre receba de volta todas as coisas que perdeu injustamente, tanto o sacerdócio como os inteiros benefícios; deixamos todavia a teu discernimento que, não mais havendo acusador, ele apresente antes, por si mesmo, uma justificação a dois sacerdotes aos quais esteja ligado. Não queremos, enfim, que tu mesmo apliques ou de algum modo solicites a lei popular, não sustentada por sanção canônica alguma, a saber, a aplicação de água fervente ou gelada e de ferro incandescente, ou de qualquer invenção popular (pois estas coisas são absolutamente inventadas por obra da inveja); antes, sobre o fundamento da apostólica autoridade, com grande firmeza o proibimos. Benevento, ano 1065 Britannica, Carta 39). – Reg.: JR 4581; P. Ewald, in: NArch
Super causas Guillandi [Gissandi] presbyteri tui de morte episcopi sui, praedecessoris tui, infamati, in medium consuluimus. … Si certi accusatores defuerint, tunc dictante iustitia, sine omni controversia, presbyter quaecumque ob hoc iniuste amisit, ac sacerdotium accipiat et integra beneficia, purgationem tamen antea, duobus sibi sacerdotibus iunctis, ubi accusator cessaverit, eumdem ex se praebere tuo committimus arbitrio. Vulgarem denique ac nulla canonica sanctione fultam legem, ferventis scilicet sive frigidae aquae ignitique ferri contactum aut cuiuslibet popularis inventionis (quia fabricante haec sunt omnino ficta invidia) nec ipsum exhibere nec aliquo te modo volumus postulare, immo apostolica auctoritate prohibemus firmissime. 698: Carta “Licet ex” ao príncipe Landolfo de Ed.: S. Löwenfeld, l. c. ad *668°, 52 n. 105 (= Collectio