Denzinger · DH 784

DH 784

Perguntaste também se a água com o vinho é transformada no sangue. Sobre este problema são diversas as opiniões entre os escolásticos. Para alguns, de fato, parece que, dado que do lado de Cristo fluíram dois singulares sacramentos, o da redenção no sangue e o da regeneração na água, o vinho e a água que se misturam no cálice são transformados naqueles dois pelo divino poder. … Outros, ao invés, acham que a água com o vinho é transformada segundo a substância no sangue, dado que misturada ao vinho se torna vinho. … Pode-se também dizer, além disso, que a água não se torna sangue, mas fica confundida com os acidentes do vinho anterior. … É, contudo, coisa ímpia achar o que alguns ousaram dizer, a saber, que a água se converte em soro. … Na verdade, entre as opiniões citadas é tida como a mais provável aquela que afirma que a água com o vinho é transformada em sangue [cf. *798]. de Tárnovo (Bulgária), 25 fev. 1204 simplesmente de direito eclesiástico, como aparece claramenaos simples sacerdotes, todavia com o uso de óleo para os sacerdotes de rito latino (!) se encontra em Inocêncio Constantinopla, 16 nov. 1199 (PL 214, 772BC; PoR 868). l. I, tit. 15, c. 1, § 7 (Frdb 2, 133). – Reg.: PoR 2138. 276 da confirmação

Latim

Quaesivisti etiam, utrum aqua cum vino in sanguinem convertatur. Super hoc autem opiniones apud scholasticos variantur. Aliquibus enim videtur, quod, cum de latere Christi duo praecipua fluxerint sacramenta, redemptionis in sanguine ac regenerationis in aqua, in illa duo vinum et aqua, quae commiscetur in calice, divina virtute mutantur. … Alii vero tenent, quod aqua cum vino transsubstantiatur in sanguinem, cum in vinum transeat mixta vino. … Praeterea potest dici, quod aqua non transit in sanguinem, sed remanet prioris vini accidentibus circumfusa. … Illud autem est nefarium opinari, quod quidam dicere praesumpserunt, aquam videlicet in phlegma converti. … Verum inter opiniones praedictas illa probabilior iudicatur, quae asserit, aquam cum vino in sanguinem transmutari [cf. *798]. 785: Carta “Cum venisset” ao arcebispo Basílio A proibição aos presbíteros de administrar a crisma é te pelo uso, constatado muitas vezes, de se confiar a administração consagrado pelo bispo; cf. *1318; 2588. Análoga proibição III, na carta “Quanto de benignitate”, ao seu vigário em Ed.: PL 215, 285CD (= Cartas VII 3); Gregório IX, Decretales, O ministro

Abrir no Denzinger completo →