Denzinger · DH 795

DH 795

Não desprezamos de modo algum o c o n s u m o d e c a r n e s . Não condenamos o juramento, antes cremos, com coração puro, que é lícito jurar segundo a verdade, o discernimento, a justiça. [Acrescentado no ano de 1210: Por quanto diz respeito ao poder secular declaramos que se pode exercer o j u l g a m e n t o d e s a n g u e sem pecado mortal, contanto que ao comunicar o castigo ele proceda não por ódio mas por ato de justiça, não por ato incauto, mas com reflexão.]

Latim

C a r n i u m p e r c e p t i o n e m minime culpamus. Non condemnamus i u r a m e n t u m , imo credimus puro corde, quod cum veritate et iudicio et iustitia licitum sit iurare. [Additum a. 1210: De potestate saeculari asserimus, quod sine peccato mortali potest i u d i c i u m s a n g u i n i s exercere, dummodo ad inferendam vindictam non odio, sed iudicio, non incaute, sed consulte procedat.]

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