DH 802
, Ora, existe uma I g r e j a universal dos fiéis, fora da qual absolutamente ninguém se salva 1 , e na qual o mesmo Jesus Cristo é sacerdote e sacrifício, cujo corpo e sangue são contidos verdadeiramente no s a c r a m e n t o d o a l t a r, sob as espécies do pão e do vinho, pois que, pelo poder divino, o pão é transubstanciado no corpo e o vinho no sangue; de modo que, para realizar plenamente o mistério da unidade, nós recebemos dele o que ele recebeu de nós. Este sacramento, não pode celebrá-lo absolutamente ninguém senão o sacerdote que tenha sido regularmente ordenado, segundo <o poder d>as chaves da Igreja que o mesmo Jesus Cristo concedeu aos Apóstolos e aos seus sucessores. Quanto ao sacramento do b a t i s m o (que se celebra na água invocando a indivisa Trindade, Pai e Filho e Espírito Santo): conferido, por quem quer que seja, segundo a norma <e> na forma da Igreja, tanto a crianças como a adultos, leva à salvação. E se alguém, depois de ter recebido o batismo, caiu novamente em pecado, pode sempre ser regenerado mediante uma verdadeira penitência. Não somente as virgens e aqueles que observam a continência, mas também as pessoas casadas que procuram agradar a Deus com reta fé e vida honesta, merecem chegar à eterna beatitude. sua obra (perdida) De unitate Trinitatis tinha confutado as das Sententiae, 1. I, dist. 5. Outras três obras de Joaquim, e Psalterium decem chordarum, publicadas pelos seus a doutrina das três idades do Pai, do Filho e do Espírito Gerardo da Borgo San Donnino escreveu o seu Liber como comentário à edição das obras de Joaquim. Teóheréticas (DenCh 1, 272-275). Alexandre IV se limitou a com o Liber introductorius. do teólogo parisiense Almarico ou Amalrico de Bena (Bène, DenCh 1, 71s (n. 12); DuPlA 1/I (1724) 126b-131b. Almarico a crer que é membro de Cristo e que ninguém pode ser salvo e padeceu, ou se negar outros artigos de fé. – 3) Que àqueles algum. teneatur credere se esse membrum Christi, nec aliquem non crederet Christum esse natum et passum vel alios fidei imputetur.]
Una vero est fidelium universalis E c c l e s i a extra quam nullus omnino salvatur 1 , in qua idem ipse sacerdos est sacrificium Iesus Christus, cuius corpus et sanguis in s a c r a m e n t o a l t a r i s sub speciebus panis et vini veraciter continentur, transsubstantiatis pane in corpus, et vino in sanguinem potestate divina: ut ad perficiendum mysterium unitatis accipiamus ipsi de suo, quod accepit ipse de nostro. Et hoc utique sacramentum nemo potest conficere, nisi sacerdos, qui rite fuerit ordinatus, secundum claves Ecclesiae, quas ipse concessit Apostolis eorumque successoribus Iesus Christus. Sacramentum vero b a p t i s m i (quod ad Dei invocationem et individuae Trinitatis, videlicet Patris, et Filii, et Spiritus Sancti, consecratur in aqua) tam parvulis, quam adultis in forma Ecclesiae a quocunque rite collatum proficit ad salutem. Et si post susceptionem baptismi quisquam prolapsus fuerit in peccatum, per veram potest semper paenitentiam reparari. Non solum autem virgines et continentes, verum etiam coniugati, per rectam fidem et operationem bonam placentes Deo, ad aeternam merentur beatitudinem pervenire. 803-808: Cap. 2. A heresia de Joaquim, abade O abade cisterciense Joaquim de Fiore († 1202), na afirmações, referidas a seguir, de Pedro Lombardo, tiradas Concordia Novi et Veteris Testamenti, Expositio in Apocalypsim discípulos sob um só título, Evangelium aeternum, contendo Santo, caíram mais tarde em descrédito, depois que o memorista introductorius in Evangelium aeternum (1254) e o acrescentou logos de Paris em 1254 tiraram desta obra 31 proposições condenar (23 out. 1255) a Concordia de Joaquim juntamente No concílio foi também repudiada a doutrina errônea perto de Chartres); um elenco de seus erros se encontra in sustentava entre outras, as seguintes teses: 1) Que Deus é tudo. – 2) Que cada cristão é obrigado se não crer nisto, e tampouco se não crer que Cristo nasceu que estão ancorados na caridade não é imputado pecado [1) Quod Deus est omnia. – 2) Quod quilibet Christianus posse salvari qui hoc non crederet, non minus quam si articulos. – 3) Quod in caritate constitutis nullum peccatum