DH 149
Saibam, portanto, que há muito tempo condenamos o trivial Timóteo, o discípulo do herético Apolinário, juntamente com sua ímpia doutrina, e não cremos de modo algum que quanto resta dele receba algum crédito no futuro. … Pois Cristo, o Filho de Deus <e> nosso Senhor, trouxe ao gênero humano, mediante sua própria paixão, a salvação totalmente plena, para livrar de todo pecado o homem inteiro, preso nos pecados. Se alguém disser que ele teve parte menor, quer da humanidade, quer da divindade, mostra-se cheio do espírito do demônio, filho da geena. Por que, então, voltais a me pedir a condenação de Timóteo? Ele foi também aqui, pelo juízo da Sé Apostólica, … condenado juntamente com seu mestre Apolinário … (2º ecumênico), mai. – 30 jul. 381 do Espírito Santo, contra os macedônios (pneumatômaos seguidores de Apolinário de Laodicéia, de Sabélio de de Eunômio de Cízico e de Eudóxio de Constantinopla. Este local de Constantinopla (382) ao Papa Dâmaso (apud 65 [GChSch] 293 / PG 82, 1217B), mas foi universalmente – onde era visto como ofensivo o cân. 3, que exigia para foi recebido implicitamente, e somente quanto às o II Concílio de Constantinopla (em 553). com o nome de “niceno-constantipolitano”, como se Não está claro se foi composto no concílio mesmo ou em vista do Símbolo mais breve de Epifânio (*42), semelhante ao Símbolo constantinopolitano. No século Logo teve importância maior do que o Símbolo pelo ano 480 por parte dos monofisitas em Antioquia; como profissão de fé dentro da missa pela primeira vez versão encontra-se também – pela primeira vez num depois da conclusão do sínodo; cf. *470. O “Filioque”, Depois que o uso desse acréscimo já estava amplamente de Friuli em 791 e o Sínodo de Frankfurt em 794), fosse acolhido no Símbolo de toda a Igreja. O Papa não não queria acrescentar algo ao Símbolo transmitido pela coroação no ano 1014, obteve de Bento VIII que, em do “Filioque”. Enfim, nos concílios ecumênicos pelos latinos como por alguns gregos (cf. *853; 1302). sessão 3 (outros, erroneamente: sessão 2; texto do Símbolo repetido na sessão 5 diverge da forma 49s / Hn § 144s / Karmiris 1, 80; 133 / MaC 3, 565Acf.: Ordo romanus XI (antes VII) (ed. Andrieu, l. – L. Eizenhöfer, l. c. ad *36, 48-50 / Wilson (l. c. ad é o litúrgico segundo o Missale Romanum.
men, … 4O tiw tow nysi. par’ 8Ow … … I Concílio de CONSTANTINOPLA O sínodo “dos 150 Padres” definiu sobretudo a divindade cos). O cân. 1 é dirigido contra os arianos de todo tipo: Ptolemaide, de Marcelo de Ancira, de Fotino de Sírmio, concílio foi chamado “ecumênico” já numa carta do sínodo Teodoreto de Ciro, Historia Ecclesiae V 9, 13, ed. Parmentier reconhecido como tal só muito mais tarde. Na Igreja ocidental a sé da “Nova Roma” as prerrogativas de um patriarcato –, o sínodo afirmativas dogmáticas, pelo fato de o Papa Vigílio ter confirmado 150: Símbolo da fé constantinopolitano Desde o fim do século XVII, este Símbolo da fé é conhecido fosse só um desenvolvimento ou ampliação do Símbolo niceno. se já existia anteriormente; podemos sustentar esta última hipótese que se encontra no Ancoratus (escrito em 374!) e que é muito VI, foi adotado, em grande parte do Oriente, como Símbolo batismal. niceno, chegando a ser introduzido na liturgia da missa (primeiro em Constantinopla, antes de 518). Na Igreja ocidental aparece no III Sínodo de Toledo (589), cân. 2 (MaC 9, 992s). Nesta documento do magistério –, o “Filioque”, talvez acrescentado só do século VII em diante, causou fortes controvérsias teológicas. difundido (cf. a liturgia gálica na pesquisa de F.J. Mone, o Sínodo o Sínodo de Aachen, em 809, pediu a Leão III que o “Filioque” acolheu o pedido, não porque repudiasse a fórmula, mas porque tradição. Mais tarde, o imperador Henrique II, por ocasião de sua Roma, durante a missa se cantasse o Símbolo da fé com o acréscimo de Lião II (1274) e de Florença (1439), foi reconhecido tanto Ed.: O texto mais antigo é oferecido pelo Concílio de Calcedônia, crítico em G.L. Dossetti, l. c. ad *125, 244-250). Mas já a fórmula originária: ACOe 2/I/II, 80 3-16 / E. Schwartz, in: ZNTW 25 (1926) C / COeD 3 24 / Ltzm 36s. – Para a forma litúrgica da Igreja romana, c. ad *30, 2, 434s; Sacramentarium Gelasianum (ed. L. Mohlberg *36, 53-55), Missale Romanum; o texto latino abaixo apresentado