DH 184
(Cap. 2 § 3) Como, portanto, afirmamos que absolutamente não se deve diminuir a veneração da Páscoa 1 , assim queremos que às crianças que por 73 causa da idade ainda não podem falar, ou aos que por qualquer emergência precisam da água do sagrado batismo, se venha em socorro com toda a rapidez, a fim de que não soframos dano para as nossas almas se, tendo negado àqueles que o desejam a fonte da vida, alguém ao sair do mundo perca e o reino dos céus e a vida. Qualquer um que incorrer no risco do naufrágio, na hostilidade dos inimigos, na incerteza de um assédio ou em qualquer enfermidade corporal desesperadora e solicitar ser ajudado com o único auxílio da fé, consiga, no mesmo momento em que o pedir, o prêmio da regeneração pedida. Bastam os erros cometidos até agora nesta parte. De agora em diante, todos os sacerdotes que não querem ser arrancados da sólida pedra apostólica sobre a qual Cristo construiu a Igreja universal observem esta regra. dos clérigos
(c. 2 § 3) Sicut sacram ergo paschalem reverentiam in nullo dicimus esse minuendam 1 , ita infantibus qui necdum loqui poterunt per aetatem vel his, quibus in qualibet necessitate opus fuerit sacri unda baptismatis, omni volumus celeritate succurri, ne ad nostrarum perniciem tendat animarum, si negato desiderantibus fonte salutari exiens unusquisque de saeculo et regnum perdat et vitam. Quicumque etiam discrimen naufragii, hostilitatis incursum, obsidionis ambiguum vel cuiuslibet corporalis aegritudinis desperationem inciderint, et sibi unico credulitatis auxilio poposcerint subveniri, eodem quo poscunt momento temporis expetitae regenerationis praemia consequantur. Hactenus erratum in hac parte sufficiat; nunc praefatam regulam omnes teneant sacerdotes, qui nolunt ab apostolicae petrae, super quam Christus universalem construxit Ecclesiam, soliditate divelli. O celibato