Denzinger · DH 185

DH 185

(Cap. 7 § 8) … Chegou a nosso conhecimento que muitos sacerdotes de Cristo e levitas, longo tempo depois da sua consagração, geraram prole, quer do próprio matrimônio como também de coito torpe, e se defendem das incriminações com a desculpa de que no Antigo Testamento se lê que aos sacerdotes e aos ministros é concedida a faculdade de gerar. [A essa argumentação o Papa opõe:] (§ 9) Por qual motivo se mandava aos sacerdotes no ano do seu ministério que habitassem no templo, longe até de casa? Sem dúvida para que não pudessem ter encontros carnais nem mesmo com as esposas, para oferecer a Deus um dom agradável no esplendor da integridade de consciência. (§ 10) Por isso também o Senhor Jesus, tendonos iluminado com a sua vinda, afirma, no Evangelho, ter vindo para completar a Lei, não para a abolir [Mt 5,17]. Por isso quis que a figura da Igreja, da qual é o Esposo, emane o esplendor da castidade, para que no dia do juízo, quando virá de novo, a possa encontrar “sem mancha nem ruga” [Ef 5, 27] … . Todos, os sacerdotes e levitas, estamos ligados pela lei indissolúvel destas disposições, para que, desde o dia da nossa ordenação, entreguemos tanto nossos corações como nossos corpos à sobriedade e à pureza, para agradar ao Senhor nosso Deus nos sacrifícios que diariamente oferecemos 1 . 74 canônicos. Segundo a tradição, o elenco corresponde, exceto 8 out. 393 em Hipona (Hippo Regius). Foi repetido, quase sem de 419, que tem a seguinte conclusão: “Disto seja dado conhebispo da cidade de Roma, ou seja, aos outros bispos pelos Padres nos foi transmitido que na Igreja assim se deve urbis Romae episcopo, vel aliis earum partium episcopis ita accepimus in ecclesia legendum”: CpChL 149, 142 266-268 ). a seguir]: Ch. Munier: CpChL 149 (1974) 43 194-207 / PL de Cartago, ano 397 (28 ago.), cân. 47: Bruns 1, 133 / MaC cân. 24: PL 56, 871; cf. 67, 191AB / CpChL 149, 142 256-265 Sagrada Escritura

Latim

(c. 7 § 8) … Plurimos enim sacerdotes Christi atque levitas, post longa consecrationis suae tempora, tam de coniugiis propriis quam etiam de turpi coitu sobolem didicimus procreasse et crimen suum hac praescriptione defendere, quia in Veteri Testamento sacerdotibus ac ministris generandi facultas legitur attributa. [Contra hoc argumentum obiicit Romanus Pontifex:] (§ 9) Cur etiam procul a suis domibus, anno vicis suae, in templo habitare iussi sunt sacerdotes? Hac videlicet ratione, ne vel cum uxoribus possent carnale exercere commercium, ut conscientiae integritate fulgentes, acceptabile Deo munus offerent. (§ 10) Unde et Dominus Iesus, cum nos suo illustrasset adventu, in Evangelio protestatur, quia Legem venerit implere, non solvere [Mt 5,17]. Et ideo Ecclesiae, cuius sponsus est, formam castitatis voluit splendore radiare, ut in die iudicii, cum rursus advenerit, “sine macula et ruga” [Eph 5,27] eam possit … reperire. Quarum sanctionum omnes sacerdotes atque levitae insolubili lege constringimur, ut a die ordinationis nostrae sobrietati ac pudicitiae et corda nostra mancipemus et corpora, ut domino Deo nostro in his, quae quotidie offerimus, sacrificiis placeamus 1 . 186: III Sínodo de Cartago, 28 ago. 397 O cânon 47 deste sínodo oferece um elenco de livros algumas diversificações, ao cân. 36 do Sínodo realizado mudança, no cân. 24 (outros: 29) do Sínodo de Cartago cimento também ao nosso santo irmão e co-sacerdote Bonifácio, daquelas regiões, para que confirmem este cânone, já que ler” (“Hoc etiam fratri et consacerdoti nostro sancto Bonifatio, pro confirmando isto canone innotescat, quia a Patribus Ed.: Sínodo de Hipona, ano 393, cân. 36 [texto apresentado 56, 428A-429A / MaC 3, 924AB / HaC 1, 968A. – Sínodo 3, 891AB / HaC 1, 968A. – Sínodo de Cartago, ano 419, / MaC 4, 430AB. O Cânon da

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