Denzinger · DH 2188

DH 2188

8. E já que o exercício da contemplação perfeita consiste sobretudo no fato de a alma no próprio ato da contemplação não fazer nada mais, antes, dado que 510 então na contemplação das mais sublimes virtudes da fé, esperança e caridade, com as quais principalmente se presta honra a Deus, ela é elevada, pelo esquecimento de todas as criaturas, a Deus ou às coisas divinas, de nenhum modo aqueles que se dedicam à meditação ousem ou presumam ultrajar, diante do povo, os contemplativos como ociosos ou preguiçosos.

Latim

8. Et quia perfectae contemplationis exercitium in eo praecipue versatur, ut anima in contemplationis actu nihil aliud agat, immo cum pro tunc omnium creaturarum oblivione ad Deum aut divina in sublimium virtutum fidei, spei et caritatis, quibus Deus praecipue colitur, consideratione elevetur, nullo modo meditativi audeant aut praesumant contemplativos tamquam otiosos et desides in vulgus sugillare.

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