DH 242
Cap. 4. Que ninguém use bem o livre-arbítrio a não ser mediante Cristo, o proclama o mesmo mestre numa carta dirigida ao Concílio de Mileve [416], onde diz 1 : “Lembra-te, finalmente, ó perversa doutrina de mentes tão transviadas, que a própria liberdade enganou o primeiro homem de tal modo que, ao usar seus freios com maior frouxidão, se precipitou por presunção na prevaricação. E dela não poderia ser tirado, se a vinda de Cristo Senhor com a providência da regeneração não tivesse restabelecido o estado da primeira liberdade”.
Cap. 4. Quod nemo, nisi per Christum, libero bene utatur arbitrio, idem magister in epistula ad Milevitanum concilium [416] data praedicat dicens 1 : “Adverte tandem, o pravissimarum mentium perversa doctrina, quod primum hominem ita libertas ipsa decepit, ut, dum indulgentius frenis eius utitur, in praevaricationem praesumptione conciderit. Nec ex hac potuit erui, nisi ei providentia regenerationis statum pristinae libertatis Christi Domini reformasset adventus.”