Denzinger · DH 2617

DH 2617

17. A proposição formulada com estas palavras: “Instruídos pelo Apóstolo, nós esperamos a morte não já como condição natural do homem, mas na verdade como justa pena da culpa original” 1 ; enquanto sob o nome do Apóstolo, citado de modo desleal, insinua que a morte, que no estado presente é imposta como justa pena do pecado por justa subtração da imortalidade, não foi a natural condição do homem, como se a imortalidade não tenha sido um benefício gratuito, mas a condição natural: enganosa, temerária, injuriosa ao Apóstolo, condenada em outra ocasião [*1978]. A condição do homem no estado de natureza

Latim

17. Propositio his verbis enuntiata: “Edocti ab Apostolo, spectamus mortem non iam ut naturalem condicionem hominis, sed revera ut iustam poenam culpae originalis” 1 ; quatenus sub nomine Apostoli subdole allegato insinuat, mortem, quae in praesenti statu inflicta est velut iusta poena peccati per iustam subtractionem immortalitatis, non fuisse naturalem condicionem hominis, quasi immortalitas non fuisset gratuitum beneficium, sed naturalis condicio: captiosa, temeraria, Apostolo iniuriosa, alias damnata [*1978]. De condicione hominis in statu naturae

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