Denzinger · DH 3495

DH 3495

Segundo o a g n o s t i c i s m o , a história, bem como a ciência, só trata de fenômenos. Por conseguinte, tanto Deus como qualquer intervenção divina nas causas humanas deve ser relegado para a fé, como de competência exclusiva desta. Se, pois, se apresenta uma causa em que intervier duplo elemento, isto é, o divino e o humano, como Cristo, a Igreja, os sacramentos e coisas semelhantes, devem separar-se e discriminar-se tais elementos, de tal modo que o que é humano passe para a história, o que é divino para a fé. É este o motivo da distinção que costumam fazer os modernistas entre um Cristo da história e um Cristo da fé, entre uma Igreja da história e uma Igreja da fé, entre sacramentos da história e sacramentos da fé, e assim por diante.

Latim

Ex a g n o s t i c i s m o historia non aliter ac scientia unice de phaenomenis est. Ergo tam Deus quam quilibet in humanis divinus interventus ad fidem reiciendus est, utpote ad illam pertinens unam. Quapropter, si quid occurrat duplici constans elemento, divino atque humano, cuiusmodi sunt Christus, Ecclesia, sacramenta aliaque id genus multa, sic partiendum erit ac secernendum, ut, quod humanum fuerit, historiae, quod divinum, tribuatur fidei. Ideo vulgata apud modernistas discretio inter Christum historicum et Christum fidei, Ecclesiam historiae et Ecclesiam fidei, sacramenta historiae et sacramenta fidei, aliaque similia passim.

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