Denzinger · DH 3946

DH 3946

A essa exigência de justiça pode satisfazer-se de diversas maneiras, como ensina a experiência. Sem falar de outras maneiras, é hoje altamente desejável fazer com que, da forma mais conveniente, cada operário possa chegar a participar na propriedade de sua empresa. Pois nos nossos dias, mais ainda que nos tempos do nosso Predecessor, “é necessário procurar com todo o empenho que, para o futuro, os capitais ganhos não se acumulem nas mãos dos ricos senão na justa medida, e se distribuam com bastante profusão entre os operários” 1 . Ora, cabe ainda observar que o equilíbrio entre a remuneração e o rendimento deve ser estabelecido em harmonia com as exigências do bem comum, tanto da comunidade nacional como da sociedade humana universal. nas empresas

Latim

Cui quidem iustitiae officio non uno modo, ut rerum usus docet, satis fit. Ceteris missis, hodie magnopere optandum est, ut, rationibus quae magis consentaneae videantur, opifices in partem possessionis sensim veniant suae cuiusque societatis; nam hodie magis etiam quam Decessoris Nostri diebus: [421] “omni vi ac contentione enitendum est, ut saltem in posterum partae rerum copiae aequa proportione coacerventur apud eos, qui opibus valent, satisque ample profundantur in eos qui operam conferunt” 1 . At animadvertendum quoque est, aequationem mercedis cum reditibus ita definiri oportere, ut communis boni ratio habeatur sive civitatis sive consortionis hominum universae. Co-gestão

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