Denzinger · DH 4205

DH 4205

5. Ao Deus que revela deve-se a obediência da fé [Rm 16,26; cf. Rm 1,5; 2Cor 10,5s], pela qual o homem livremente se entrega todo a Deus, prestando “ao Deus revelante plena adesão do intelecto e da vontade” 1 e dando voluntário assentimento à verdade por ele revelada. Para que se preste essa fé, exigem-se a graça preveniente e adjuvante de Deus e os auxílios internos do Espírito Santo, que move o coração e o converte a Deus, abre os olhos da mente e dá “a todos suavidade no consentir e no crer na verdade” 2 . Ora, a fim de tornar sempre mais profunda a compreensão da Revelação, o mesmo Espírito Santo aperfeiçoa continuamente a fé por meio de seus dons.

Latim

5. Deo revelanti praestanda est oboeditio fidei [cf. Rm 16,26; coll. Rm 1,5; 2 Cor 10,5s], qua homo se totum libere Deo committit “plenum revelanti Deo intellectus et voluntatis obsequium” praestando 1 et voluntarie revelationi ab Eo datae assentiendo. Quae fides ut praebeatur, opus est praeveniente et adiuvante gratia Dei et internis Spiritus Sancti auxiliis, qui cor moveat et in Deum convertat, mentis oculos aperiat, et det “omnibus suavitatem in consentiendo et credendo veritati” 2 . Quo vero profundior usque evadat revelationis intelligentia, idem Spiritus Sanctus fidem iugiter per dona sua perficit.

Abrir no Denzinger completo →