DH 427
6. Se alguém diz que a santa gloriosa e sempre virgem Maria é deípara somente em sentido impróprio e não verdadeiro, ou que ela o é por atribuição, como se dela tivesse nascido um simples homem e não o Verbo de Deus enquanto unido ao homem no momento de seu nascimento; e se ele acusa o santo Sínodo de Calcedônia de chamar a Virgem deípara nesse sentido ímpio imaginado por Teodoro; xristoou se alguém a chama hominípara ou cristípara como se Cristo não fosse Deus, mas não a confessa, propriamente e segundo a verdade, deípara desde o momento em que o Deus Verbo, gerado pelo Pai antes dos séculos, nestes últe timos tempos, se encarnou nela, e não reconhece que é com este sentimento de veneração que o santo Sínodo de Calcedônia a proclamou deípara, seja anátema.
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