Denzinger · DH 4982

DH 4982

3. Por outra parte, o fato de que Maria Santíssima, Mãe de Deus e da Igreja, não recebeu o múnus apostólico específico nem o sacerdócio ministerial mostra claramente que a não-admissão das mulheres à ordenação sacerdotal não deve significar que elas tenham dignidade inferior, nem que elas sejam objeto de discriminação; mas é a observância fiel de uma disposição que deve ser atribuída à sabedoria do Senhor do universo. A presença e o papel da mulher na vida e na missão da Igreja, embora não ligados ao sacerdócio ministerial, permanecem absolutamente necessários e insubstituíveis. … O Novo Testamento e o conjunto da história da Igreja mostram de modo mais que suficiente a presença, na Igreja, de mulheres que foram verdadeiras discípulas e testemunhas de Cristo, nas suas famílias, nas profissões civis e também na consagração total ao serviço de Deus e do Evangelho. …

Latim

3. Ceterum, quod Maria Sanctissima, Dei et Ecclesiae Mater, munus non accepit Apostolorum proprium, neque sacerdotium ministeriale, clare ostendit non admissionem mulierum ad sacerdotalem ordinationem non posse minorem earum dignitatem significare nec discrimen erga eas, sed fidelem observantiam consilii, quod sapientiae Domini universi est tribuendum. Mulieris praesentia eiusque in Ecclesiae vita missioneque partes, etsi non sunt cum sacerdotio ministeriali coniunctae, perstant tamen ratione absoluta necessariae et eae quae substitui non possint. … Novum Testamentum cunctaque Ecclesiae historia satis superque testantur in Ecclesia praesentiam mulierum germanarum discipularum et testium Christi in familia atque in civili professione praeter quam in integra dedicatione famulatui Dei et Evangelii. …

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